Maitlin Paige White, uma mulher de 28 anos da Flórida, foi acusada de se passar por Matthew Childress, o pai de uma adolescente que morreu em uma inundação no Texas. O incidente ocorreu em julho, quando Chloe Childress, de 18 anos, atuava como conselheira no Camp Mystic, localizado no condado de Kerr. A acusada teria solicitado doações em um momento extremamente sensível para a família, levando a investigações por parte das autoridades.
As acusações contra White surgem após a análise de documentos judiciais que revelaram sua tentativa de arrecadar fundos em nome de um pai enlutado. A polícia a acusa de falsificação online, um crime que pode resultar em sérias consequências legais. O caso levanta questões éticas sobre a exploração de tragédias pessoais para ganho financeiro.
As implicações desse caso podem ser significativas, não apenas para a acusada, mas também para a percepção pública sobre campanhas de arrecadação de fundos. As autoridades alertam sobre a importância de verificar a autenticidade de doações, especialmente em situações de crise. O incidente pode instigar debates sobre a responsabilidade e a ética nas plataformas de arrecadação online.

