Em 7 de janeiro de 2026, Renee Good foi morta por um agente do ICE, um evento que rapidamente se transformou em um ponto de protesto nacional. A secretária de segurança interna, ao descrever Good como uma terrorista doméstica, provocou indignação pública e exigências por justiça, especialmente considerando que ela era mãe de três filhos. O incidente foi capturado em vídeo, onde é possível ouvir ofensas dirigidas à vítima após sua morte.
A investigação do Wall Street Journal revelou que essa morte não é um caso isolado, com 13 incidentes de agentes do ICE disparando contra veículos civis desde julho de 2025, resultando em pelo menos duas mortes. Além disso, as condições desumanas nas detenções do ICE foram evidenciadas, com 32 pessoas falecendo sob custódia em 2025, um número que iguala um recorde anterior de 2004. Essa situação levanta sérias questões sobre a necessidade de uma reforma abrangente no sistema de imigração americano.
A morte de Renee Good e os eventos subsequentes destacam a urgência de discutir não apenas a reforma do ICE, mas também a forma como a segurança interna é abordada nos Estados Unidos. As manifestações em resposta ao incidente mostram um crescente descontentamento com as práticas do ICE e a necessidade de um diálogo mais humano sobre imigração e segurança. O futuro do debate sobre a imigração pode ser moldado por essa tragédia, destacando a importância da humanidade nas políticas públicas.

