Morte de Raul Jungmann provoca homenagens de políticos brasileiros

Fernando Alcântara Mendonça
Tempo: 1 min.

Raul Jungmann, ex-ministro e figura proeminente na política brasileira, faleceu no sábado, 18, em Brasília, aos 73 anos, devido a um câncer no pâncreas. Internado no Hospital DF Star, ele lutava contra a doença há vários anos. Sua morte gerou uma onda de homenagens de diversas personalidades políticas que destacaram sua trajetória e contribuições ao país.

Entre as manifestações de pesar, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ressaltou a competência e a lealdade de Jungmann, lembrando da colaboração durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro. Outros ministros da Corte também expressaram suas condolências, enfatizando sua coragem e compromisso com a democracia. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e o atual ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, também prestaram tributo ao ex-ministro, reconhecendo seu legado.

A morte de Jungmann é considerada uma grande perda para a vida pública brasileira, refletindo a importância de seu papel em momentos críticos da história do país. O velório ocorrerá em cerimônia restrita a familiares e amigos, conforme seu desejo. A contribuição de Jungmann à segurança pública e à defesa das instituições será lembrada por muitos como um exemplo de serviço público dedicado e ético.

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