Ministra é acusada de ignorar brecha fiscal de £2 bilhões para bancos

Eduardo Mendonça
Tempo: 2 min.

A ministra da Cidade, Lucy Rigby, enfrenta críticas por aparentemente desconsiderar preocupações sobre uma brecha fiscal de £2 bilhões que beneficia grandes instituições financeiras. Essa controvérsia surge em meio a um escândalo de empréstimos automotivos que totaliza £11 bilhões, no qual bancos como Barclays, Lloyds e Santander estão envolvidos. A situação provocou uma reação negativa de contribuintes e legisladores que esperam mais responsabilidade fiscal dos bancos.

O comitê do Tesouro no Parlamento expressou sua indignação e pediu que Rigby tome medidas para garantir que os bancos sejam obrigados a pagar impostos sobre as compensações relacionadas a condutas corporativas inadequadas. A falta de ação pode permitir que esses bancos evitem suas responsabilidades fiscais, o que é visto como injusto para os contribuintes. A situação levanta questões sobre a ética e a transparência no setor financeiro, especialmente em tempos de crise econômica.

As implicações dessa brecha fiscal são significativas, pois podem resultar em perdas substanciais para o tesouro público e perpetuar a sensação de impunidade entre grandes entidades financeiras. Com a pressão crescente sobre Rigby, a expectativa é que haja um movimento em direção a uma reforma que aborde essas lacunas legais e proteja os interesses dos cidadãos. O desdobramento dessa situação poderá influenciar futuras políticas fiscais e a relação entre o governo e o setor bancário.

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