A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma contundente crítica ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em relação à demora na autorização para que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse internado no Hospital DF Star. A declaração ocorreu após o ex-presidente ter sofrido uma queda e um traumatismo craniano leve, o que gerou preocupações sobre sua saúde. Segundo Michelle, essa situação representa mais uma vez ‘sangue nas mãos’ de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Michelle destacou que a autorização para exames médicos, que deveria ter sido concedida rapidamente, só foi liberada após longas horas de espera. Durante esse tempo, Bolsonaro apresentava sinais de deterioração em sua saúde, o que levantou questões sobre a responsabilidade do sistema judicial em garantir o bem-estar de detentos. A ex-primeira-dama também mencionou que o ex-presidente está sendo submetido a uma rotina que considera desumana, com períodos prolongados sem assistência médica adequada.
O episódio ressalta a tensão entre a saúde do ex-presidente e as decisões judiciais em seu caso, levantando questões sobre a adequação das condições de detenção. A liberação do ex-presidente para tratamento médico após a queda pode ter implicações mais amplas para o seu futuro e para a percepção pública sobre a justiça no país. Com a autorização finalmente concedida, a expectativa é que a condição de Bolsonaro seja monitorada de perto, evitando novos episódios críticos.

