Na reunião realizada em Paris em 6 de janeiro, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, reafirmou o comprometimento do país com a segurança da Ucrânia, porém deixou claro que não haverá envio de tropas italianas para a região. Em suas declarações, ela ressaltou a necessidade de garantir apoio à Ucrânia sem uma intervenção militar direta, enfatizando que esse posicionamento é um dos pilares da política externa italiana.
Durante a cúpula, que reuniu líderes da chamada ‘Coalizão dos Dispostos’, Meloni destacou a importância de um sistema de garantias que assegure a soberania da Ucrânia, coordenado em estreita colaboração com os Estados Unidos. O presidente francês, Emmanuel Macron, que hospedou o encontro, confirmou que o grupo está desenvolvendo um plano de segurança robusto para Kiev, refletindo um alto nível de convergência entre as nações participantes.
Os líderes presentes na reunião concordaram sobre a necessidade de manter uma pressão coletiva sobre a Rússia, considerando as negociações sobre a segurança da Ucrânia essenciais não apenas para o país, mas também para a segurança da Europa. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, avaliou a reunião como produtiva, reforçando o apoio contínuo ao povo ucraniano em meio ao conflito com a Rússia.

