A Mak Capital, que detém 6% das ações da Oncoclínicas, iniciou a redução de sua participação na rede de saúde. A gestora americana buscava se firmar como acionista de referência e eleger dois conselheiros na assembleia geral extraordinária realizada no início do mês, mas não obteve sucesso. A falta de apoio levou a Mak Capital a se sentir isolada na disputa acionária.
O resultado da assembleia expõe a fragilidade da posição da Mak Capital, que tentou influenciar a governança da Oncoclínicas sem o respaldo necessário. A redução de sua participação pode ser interpretada como uma estratégia para minimizar perdas, uma vez que a gestora não conseguiu estabelecer uma base sólida de apoio dentro da empresa. O movimento também pode impactar a dinâmica de poder entre os acionistas.
O desdobramento da situação destaca a complexidade das relações entre investidores e a administração das empresas. A saída gradual da Mak Capital pode abrir espaço para outros investidores na Oncoclínicas, alterando a configuração acionária. O futuro da rede de saúde será acompanhado de perto, considerando a importância da governança corporativa em seu desempenho.

