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Maduro nega acusações e se declara prisioneiro de guerra em tribunal de Nova York

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, compareceu a um tribunal federal em Nova York na segunda-feira (5) para responder a acusações de tráfico de drogas e armas. Durante a audiência, ele se declarou inocente, afirmando: “Não sou culpado”. Maduro, vestido com uma camisa sobre um uniforme de presidiário, fez uma saudação ao público e se posicionou como um prisioneiro de guerra devido à sua captura por forças americanas.

No tribunal, Maduro criticou a operação que levou à sua prisão, alegando que foi sequestrado em sua própria casa. A audiência, que durou cerca de 30 minutos, contou com a presença de advogados, agentes e jornalistas, evidenciando a relevância do caso. O juiz Alvin Hellerstein interrompeu o ex-presidente em momentos em que ele se desviava das perguntas feitas, buscando manter a ordem no tribunal.

O comparecimento de Maduro gerou reações diversas do público, com manifestantes se reunindo do lado de fora do tribunal, celebrando ou condenando sua prisão. Enquanto alguns defendiam a intervenção americana, outros apoiavam Maduro, destacando a polarização em torno de sua figura. As implicações desse julgamento podem afetar as relações entre os Estados Unidos e a Venezuela, além de impactar a política interna venezuelana.

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