Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, chegou a Nova York no último sábado (3), após ser capturado em uma operação militar dos Estados Unidos em território venezuelano. O voo, que partiu da Baía de Guantánamo, pousou em uma base da Guarda Nacional Stewart, às 18h30 (horário de Brasília). Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram vistos algemados e acompanhados por uma forte escolta de agentes do FBI e da DEA.
Ambos foram conduzidos para um centro de detenção federal no Brooklyn, onde enfrentarão acusações graves, incluindo conspiração para tráfico de drogas e terrorismo. A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, destacou que o casal enfrentará a justiça americana em breve. A situação é tensa, pois as repercussões internacionais são significativas e o Brasil participará de uma reunião extraordinária da ONU sobre a ofensiva contra a Venezuela.
A expectativa é que Maduro e Flores compareçam a um tribunal em Nova York nos próximos dias, o que pode intensificar as tensões diplomáticas na região. A operação dos EUA e suas implicações para a Venezuela serão acompanhadas de perto, especialmente após a declaração da ministra interina das Relações Exteriores do Brasil, que confirmou a participação do país na conferência da ONU. O desdobramento deste caso pode impactar as relações entre os países envolvidos e a estabilidade na América Latina.

