Luiz Inácio Lula da Silva inicia 2026 com uma taxa de aprovação de 32%, superando os índices de 2006, quando se preparava para sua reeleição. No entanto, o cenário atual é marcado por incertezas, com desafios significativos na segurança pública e na economia, que podem afetar sua trajetória eleitoral. Especialistas destacam que a polarização política e a insatisfação entre grupos como trabalhadores informais são questões prementes a serem endereçadas.
O contexto atual é diferente de 2006, quando a economia apresentava crescimento acelerado. Atualmente, a expectativa é de desaceleração econômica, o que pode influenciar a popularidade de Lula. Apesar de uma leve melhora nos índices de inflação e desemprego, questões como a insegurança pública se destacam, com 38% dos eleitores apontando a violência como o principal problema do país, exigindo atenção do governo.
A capacidade de Lula de se conectar com novas demandas sociais será crucial para sua reeleição. O presidente deve abordar temas que ressoam entre os eleitores, especialmente entre os jovens e mulheres, que estão cada vez mais preocupados com segurança e inflação. Especialistas alertam que o sucesso nas urnas dependerá de sua habilidade em responder a essas preocupações e de renovar sua imagem diante de um eleitorado crítico.

