Líderes guerrilheiros colombianos fogem para Colômbia após prisão de Maduro

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

Após a operação militar dos Estados Unidos que culminou na prisão de Nicolás Maduro, líderes de guerrilhas colombianas estão retornando ao seu país. A informação foi divulgada em 6 de janeiro de 2026, por uma fonte das Forças Armadas da Colômbia. Comandantes de grupos como o Exército de Libertação Nacional (ELN) e dissidentes das Farc são os principais alvos dessa movimentação.

A operação, ordenada pelo governo de Donald Trump, levantou suspeitas sobre a presença de líderes guerrilheiros na Venezuela, que estariam operando com o conhecimento das autoridades locais. O governo colombiano, liderado por Gustavo Petro, teme que figuras como Antonio García, do ELN, e Iván Márquez, ex-número dois das Farc, tenham cruzado a fronteira. Essa situação é vista como uma ameaça à segurança nacional, o que levou o Ministério da Defesa a emitir alertas e mobilizar tropas na região fronteiriça.

Além da movimentação militar, o governo colombiano está em alerta para possíveis atentados à segurança, especialmente após a queda de Maduro. O presidente Petro, um ex-guerrilheiro, manifestou disposição para se defender de ameaças externas. Com a tensão crescente, a situação exige monitoramento constante, dado o histórico de relações entre os grupos armados e a política colombiana.

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