Na quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, líderes europeus comentaram sobre a decisão de Donald Trump de suspender tarifas sobre produtos da Europa e as negociações sobre a Groenlândia. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, celebrou a medida, enfatizando a importância do diálogo entre nações aliadas. Em contrapartida, outros líderes, como o vice-chanceler alemão, Lars Klingbeil, mostraram-se cautelosos quanto à estabilidade das relações comerciais com os EUA.
O ministro dinamarquês das Relações Exteriores, Lars Lokke Rasmussen, e a ministra sueca, Maria Stenergard, também manifestaram otimismo, destacando os benefícios da suspensão das tarifas e a importância da cooperação entre os países aliados. Contudo, a ministra sueca advertiu sobre a pressão geopolítica e as críticas a mudanças de fronteiras, reafirmando que a Europa não se deixará chantagear. Essa diversidade de opiniões evidencia a fragilidade das relações transatlânticas.
As reações dos líderes refletem um momento de incerteza nas relações entre os EUA e a União Europeia, com o primeiro-ministro dos Países Baixos, Dick Schoof, observando que é um passo positivo em direção à desescalada. No entanto, um alto funcionário da União Europeia manteve um tom cético, questionando a magnitude das mudanças. Enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin, minimizou as preocupações sobre a Groenlândia, indicando que a situação não afeta os interesses da Rússia.

