Justiça do RJ decreta prisão preventiva de ex-CEO da Hurb

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou, na última quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb. A decisão do juiz André Felipe Veras de Oliveira foi fundamentada na avaliação de risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. Rangel foi preso na segunda-feira, 5, no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando um documento falso e com a tornozeleira eletrônica desligada.

O pedido de prisão preventiva, solicitado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, se deu em razão do descumprimento das medidas cautelares anteriormente impostas. Rangel já enfrentava acusações de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, relacionadas a um caso de furto de obras de arte e objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. A defesa do empresário alegou que não houve descumprimento das cautelares, argumentando que sua viagem ao Ceará foi devidamente comunicada à Justiça.

O juiz responsável pelo caso destacou que o relatório de monitoramento da Secretaria de Administração Penitenciária evidenciava violações reiteradas por parte do réu. Com a expedição do mandado de prisão, foi determinado o retorno de Rangel ao Rio de Janeiro para que responda às novas acusações. O desdobramento da situação poderá influenciar a percepção pública sobre a segurança e a eficácia do sistema judicial brasileiro.

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