Juiz nega pedido de sigilo de Virgínia Fonseca e Zé Felipe em processo trabalhista

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

Um juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região negou o pedido de sigilo de Virgínia Fonseca e Zé Felipe em um processo movido por um pedreiro. O magistrado, Celismar Coelho, argumentou que a influenciadora não demonstrou necessidade de manter o caso em segredo, uma vez que compartilha amplamente sua vida nas redes sociais. O pedido de sigilo foi feito no contexto de uma ação trabalhista relacionada ao trabalho realizado na mansão do ex-casal em Goiânia.

O pedreiro alega que suas funções durante a construção não estavam previstas no contrato, levantando questões sobre as condições de trabalho e os direitos contratuais. A decisão do juiz, proferida em novembro de 2025, reflete a crescente discussão sobre a proteção de dados pessoais e a privacidade de figuras públicas. O caso destaca as complexidades legais que podem surgir em situações que envolvem celebridades e questões trabalhistas.

As implicações dessa decisão podem ser significativas, tanto para Virgínia Fonseca e Zé Felipe quanto para outros casos semelhantes no futuro. A negativa do sigilo pode abrir precedentes para que mais informações sobre celebridades sejam divulgadas em processos judiciais. Este episódio também ressalta a necessidade de um equilíbrio entre a privacidade e a transparência em casos que envolvem figuras públicas.

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