James Cameron se muda para a Nova Zelândia e critica EUA sob Trump

Fernando Alcântara Mendonça
Tempo: 2 min.

James Cameron, renomado diretor de cinema, declarou sua mudança permanente para a Nova Zelândia, citando a gestão do país durante a pandemia de Covid-19 como fator decisivo. Em entrevista, ele comparou a experiência de viver nos Estados Unidos sob a administração de Donald Trump a “assistir a um acidente de carro repetidamente”, manifestando descontentamento com a situação política americana. Cameron, que filmou parte do mais recente filme da franquia ‘Avatar’ no hemisfério sul, afirmou que sua cidadania neozelandesa está prestes a ser formalizada.

O cineasta expressou sua crença de que a sociedade neozelandesa é, em grande parte, mais equilibrada e racional em comparação com a vivência nos EUA. Sua mudança representa um reflexo das frustrações de muitos expatriados que buscam alternativas em ambientes considerados mais estáveis e saudáveis. A decisão de Cameron pode influenciar outros artistas a reconsiderarem suas residências em meio a tensões políticas e sociais em seus países de origem.

Com sua nova cidadania, Cameron pode se integrar mais plenamente à cultura neozelandesa e participar de um cenário cinematográfico que tem ganhado destaque internacional. A mudança também levanta questões sobre os impactos da política americana na vida de indivíduos influentes e a busca por refúgio em nações com abordagens mais tranquilas para a governança. Assim, a saída de Cameron do cenário americano pode ser vista como um sinal das crescentes divisões sociopolíticas que afetam a vida cotidiana de muitos cidadãos.

Compartilhe esta notícia