Israel planeja iniciar em fevereiro de 2026 a construção de uma estrada de desvio na Cisjordânia ocupada, que terá um impacto significativo sobre a população palestina local. O projeto está relacionado a um novo assentamento ilegal na área de E1, situada a leste de Jerusalém, e é considerado uma ferramenta de anexação em curso na região. O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, afirmou que essas obras buscam eliminar a possibilidade de um estado palestino.
A nova estrada é vista como um passo crucial para fragmentar ainda mais a Cisjordânia, dificultando a viabilidade de um futuro estado palestino. O assentamento planejado em E1, que se soma a outras construções na área, tem sido alvo de críticas internacionais e é considerado ilegal sob o direito internacional. O projeto é parte de um plano mais amplo que demonstra o comprometimento de Israel com sua política de assentamentos na região.
As implicações desse projeto são profundas, pois podem exacerbar as tensões já existentes entre israelenses e palestinos. A construção da estrada pode resultar em mais restrições para os palestinos que vivem na área, além de aumentar a resistência e a oposição a essas medidas. O futuro da Cisjordânia e a possibilidade de um acordo de paz entre as partes envolvidas continuam a ser incertos.

