Israel expressou suas objeções às recentes nomeações feitas pela Casa Branca para o conselho de paz, que será responsável pela administração e reconstrução de Gaza. Os líderes escolhidos incluem figuras proeminentes como o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan e o presidente egípcio Abdel Fattah el-Sisi, além do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e do presidente argentino Javier Milei. O governo israelense afirmou que algumas dessas nomeações são ‘contrárias à política’ do país.
A criação do conselho de paz foi anunciada como uma medida temporária, destinada a supervisionar a governança da Faixa de Gaza em meio a crescentes tensões na região. Os líderes designados têm perfis variados e suas participações são vistas como estratégicas para o processo de reconstrução. No entanto, as objeções de Israel podem complicar a dinâmica de colaboração entre os envolvidos e afetar a eficácia do conselho.
As implicações desta situação podem ser significativas, não apenas para a governança em Gaza, mas também para as relações diplomáticas na região. As críticas de Israel podem gerar um impasse nas discussões sobre a reconstrução e a estabilidade de Gaza, destacando as divisões existentes entre os países envolvidos. A resposta internacional e a mediação subsequente serão cruciais para determinar o futuro da governança na Faixa de Gaza.

