Na quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, o chefe do Judiciário do Irã, Gholamhossein Mohseni-Ejei, declarou que os detidos durante os recentes protestos enfrentarão julgamentos rápidos e possíveis execuções. O anúncio acontece em um contexto de crescente pressão internacional, especialmente após um alerta do presidente dos EUA sobre a repressão violenta no país.
Relatos de ativistas de direitos humanos indicam que mais de 2.571 pessoas perderam a vida devido à repressão das manifestações, um número alarmante que supera qualquer outro episódio semelhante na história recente do Irã. Além disso, o Irã realizou um funeral em massa para membros das forças de segurança que também foram mortos, refletindo a profundidade da crise que o país enfrenta.
A repressão brutal aos protestos levanta sérias preocupações sobre os direitos humanos e a estabilidade política no Irã. A resposta internacional, especialmente dos Estados Unidos e outras potências, poderá moldar as futuras dinâmicas de poder e a abordagem do governo iraniano frente à insatisfação popular e à crescente pressão externa.

