A inteligência artificial (IA) tem provocado uma mudança significativa na forma como percebemos o diferencial profissional. Em um texto de reflexão, o autor Leo Caparroz destaca que, enquanto muitos acreditavam que suas habilidades técnicas eram insubstituíveis, a IA tem demonstrado o contrário, tornando essas competências mais acessíveis e comuns.
Caparroz argumenta que a tecnologia não veio para substituir o profissional, mas para revelar o que realmente importa: a consciência, a escuta e a sensibilidade humanas. Embora a IA possa igualar habilidades, o que a máquina não consegue entregar é a capacidade de criar conexões e interpretar nuances do mercado. O autor enfatiza que o diferencial agora reside na forma de pensar e na habilidade de se adaptar às circunstâncias.
Por fim, o texto sugere que o verdadeiro valor do profissional não está mais apenas nas suas habilidades técnicas, mas na sua capacidade de se relacionar e interpretar o mundo ao seu redor. Neste novo cenário, ser consciente e humano se torna essencial para a relevância no mercado de trabalho, pois são essas características que garantem um diferencial duradouro.

