Em janeiro de 2026, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou a atualização do teto dos benefícios previdenciários, que agora é de R$ 8.475,55. O reajuste do piso previdenciário foi fixado em 6,79%, enquanto aposentadorias e pensões acima do mínimo terão um aumento de 3,9%, baseado na inflação de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Essas mudanças afetam aproximadamente 34 milhões de beneficiários, com cerca de 21,9 milhões recebendo o salário mínimo, que agora será de R$ 1.618. Para esses beneficiários, o aumento é acompanhado de um ganho real de 2,5%, embora limitado pelo novo arcabouço fiscal que impõe restrições ao crescimento das despesas públicas. A atualização das contribuições também foi realizada, com alíquotas que variam de 7,5% a 14% sobre faixas que agora consideram o novo teto.
Os pagamentos reajustados começaram a ser creditados entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro de 2026, conforme o número final do benefício. Essas alterações refletem um esforço do governo para ajustar os benefícios previdenciários à realidade econômica, impactando tanto aposentados quanto trabalhadores em atividade. O cenário atual indica uma busca por melhorias nas condições financeiras dos segurados, em um contexto de crescente pressão fiscal.

