Inflação na China atinge maior nível em 34 meses; deflação persiste

Jackelline Barbosa
Tempo: 1 min.

Em 9 de janeiro de 2026, a inflação anual dos preços ao consumidor na China atingiu 0,8%, o maior patamar em 34 meses. Este aumento ocorre em meio a um cenário de desaceleração econômica, onde a deflação dos preços ao produtor continua a ser uma preocupação, exigindo medidas adicionais para estimular a demanda.

A economia chinesa, avaliada em US$ 19 trilhões, enfrenta desafios significativos, mesmo com as autoridades prometendo políticas de apoio para manter o crescimento em direção à meta de 5% até 2025. O aumento nos preços de alimentos, especialmente vegetais e carne bovina, contribuiu para essa inflação, embora a confiança do consumidor permaneça baixa, impactando negativamente a recuperação econômica.

As autoridades estão sob pressão para implementar novas políticas monetárias que podem incluir estímulos adicionais, uma vez que a inflação ainda está abaixo da meta de 2% estabelecida. A situação atual destaca a fragilidade da demanda e os desequilíbrios persistentes no mercado, sugerindo que a recuperação econômica da China pode ser mais desafiadora do que o esperado.

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