A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) registrou uma desaceleração para 3,9% em novembro de 2026, descendo de 4,2% em setembro. O relatório foi publicado pela OCDE na segunda-feira, dia 12 de janeiro. A falta de dados dos Estados Unidos, devido à paralisação das atividades do governo, impediu a compilação de informações referentes a outubro.
Entre os 37 países da OCDE que apresentaram dados para outubro, a inflação anual se manteve estável em 17 deles. No entanto, houve uma queda em 13 países, enquanto apenas sete registraram aumento. Essas variações indicam uma dinâmica diferenciada nas pressões inflacionárias dentro do bloco, embora a maioria tenha experimentado uma estabilidade relativa.
As implicações dessa desaceleração da inflação podem afetar as decisões de política monetária dos países membros da OCDE. A mudança na taxa pode influenciar a confiança do consumidor e as expectativas de mercado, além de impactar discussões em torno de crescimento econômico e recuperação pós-pandemia. O cenário fiscal e as respostas governamentais nos próximos meses serão cruciais para entender as tendências inflacionárias futuras.

