O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, servirá como uma plataforma para unir as pessoas em um mundo marcado por divisões. Durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele destacou a relevância do evento para promover a solidariedade entre as nações, especialmente em tempos de incertezas políticas.
Infantino também abordou o tema de possíveis boicotes ao torneio, em resposta às ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de tomar a Groenlândia. Apesar das tensões, a ministra dos Esportes da França, Marina Ferrari, reafirmou que a seleção francesa não tem intenção de se retirar da competição, ressaltando a importância da separação entre esporte e política. A expectativa é que a Copa do Mundo de 2026 reúna 48 seleções, sendo a primeira edição disputada em três países.
Além disso, a Fifa projeta que o Brasil sediará a Copa do Mundo Feminina em 2027, com a expectativa de receber cerca de 3 milhões de torcedores. Infantino declarou que o evento visa impulsionar o futebol feminino e combater a violência de gênero, ressaltando a importância da educação nesse aspecto. O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, indicou que o Brasil pretende se candidatar para sediar o Mundial de Clubes em 2029, reafirmando a capacidade do país de receber grandes eventos esportivos.

