Greta Thunberg denuncia abusos sexuais contra ativistas da Flotilha de Gaza

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

Em 4 de janeiro, a ativista sueca Greta Thunberg fez uma grave denúncia em suas redes sociais sobre a violência sexual que membros da Flotilha de Gaza teriam sofrido após prisões realizadas por forças israelenses. Entre os relatos está o de um ativista italiano, que descreveu abusos físicos e exames invasivos durante sua detenção.

O ativista, que participava do barco Conscience, relatou ter sido levado a uma sala onde enfrentou abusos verbais e físicos. Outros relatos incluem a experiência de uma jornalista alemã e uma ativista australiana, que também denunciaram ter sido vítimas de abusos, evidenciando a brutalidade da repressão às vozes críticas em um contexto de conflito.

Thunberg e outros ativistas pretendem chamar a atenção da Organização das Nações Unidas e do Tribunal Penal Internacional sobre essa questão, buscando justiça e proteção para os direitos humanos. A denúncia destaca a necessidade de um olhar mais atento sobre as violações de direitos cometidas durante conflitos armados, especialmente em relação aos ativistas e civis envolvidos.

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