Gramados sintéticos se tornam padrão em centros de treinamento no Brasil

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Os gramados sintéticos estão ganhando destaque nos centros de treinamento de clubes de futebol brasileiros, com seis times da Série A planejando utilizá-los em suas partidas a partir de 2026. A discussão em torno do tema é intensa, envolvendo tanto jogadores quanto dirigentes, mas a adoção da grama artificial tem se mostrado uma alternativa prática para muitos clubes, dada a crescente necessidade de modernização das estruturas esportivas.

Atualmente, 22 dos 40 clubes nas divisões A e B do Campeonato Brasileiro já utilizam gramados sintéticos, e mais quatro estão em processo de instalação. Recentemente, o Juventude inaugurou um campo com certificação FIFA Quality Pro, demonstrando o compromisso em oferecer infraestrutura de alto padrão para seus atletas. Outros clubes, como Santos e Cuiabá, também têm investido em campos sintéticos, enfatizando a importância de melhorar as condições de trabalho e adaptabilidade às exigências climáticas.

As implicações desse movimento são significativas, pois a grama sintética é considerada uma solução de baixo custo em termos de manutenção em comparação com o gramado natural. Entretanto, as preocupações quanto à segurança e ao desempenho dos atletas ainda persistem, especialmente em relação a lesões. A crescente aceitação da grama artificial em clubes brasileiros pode impulsionar mudanças nas diretrizes de uso em outras ligas, refletindo uma evolução nas práticas esportivas no país.

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