Governo Lula corta benefícios fiscais e aumenta carga tributária

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

O governo brasileiro, sob a liderança do presidente Lula, implementou recentemente um corte de 10% em benefícios fiscais que afetam consumidores e empresas. Essa medida, anunciada em janeiro de 2026, visa diminuir o imposto de renda para a população de baixa renda, mas resulta em aumento da carga tributária sobre produtos essenciais, como alimentos e medicamentos, colocando em risco o poder de compra da população mais vulnerável.

As alterações tributárias afetam diretamente a cadeia de produção de itens básicos, que já enfrentam dificuldades com a alta de preços. A redução dos créditos presumidos de PIS e Cofins, que historicamente visavam desonerar os custos de produção, agora pode resultar em um aumento significativo nos preços finais ao consumidor. Além disso, as empresas exportadoras e os contribuintes do lucro presumido também sofrerão com a nova política fiscal, o que pode desestimular investimentos e agravar a situação econômica do país.

Diante desse quadro, a estratégia do governo levanta questões sobre a eficácia das medidas para apoiar os mais necessitados. A tentativa de equilibrar a carga tributária sem considerar o impacto sobre os preços e a atividade econômica pode gerar um ambiente hostil para os empresários e um cenário incerto para a população. A necessidade de um planejamento fiscal mais coerente se torna evidente, especialmente com as eleições se aproximando e a urgência de decisões que favoreçam uma recuperação econômica sustentável.

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