O governo de Minas Gerais sancionou a mineradora Vale devido a danos ambientais causados por um vazamento de água e lama em suas operações na cidade de Congonhas. O incidente, que ocorreu em 25 de janeiro de 2026, resultou em poluição de córregos, levando a Secretaria de Meio Ambiente a exigir ações imediatas, como limpeza e monitoramento das áreas afetadas.
Além das medidas emergenciais, a Vale deverá apresentar um plano de recuperação que inclua desassoreamento e restauração dos córregos impactados. A autuação da mineradora se baseia em sua responsabilidade por não comunicar o acidente dentro do prazo legal e por causar potenciais danos à saúde pública e ao meio ambiente. A prefeitura local, por sua vez, suspendeu os alvarás de funcionamento da empresa, intensificando a pressão sobre a mineradora.
Embora não tenham sido registrados feridos e o abastecimento de água da cidade não tenha sido afetado, a situação ilustra os riscos ambientais associados à atividade mineradora na região. O futuro da Vale em Congonhas agora depende da adequação às exigências governamentais e da transparência em suas operações, que ainda carecem de esclarecimentos por parte da empresa.

