Governo brasileiro busca mitigar impacto de salvaguarda à carne bovina na China

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

Em uma ação coordenada, os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, da Agricultura e das Relações Exteriores do Brasil informaram que estão trabalhando junto ao setor privado para enfrentar a salvaguarda imposta pela China à carne bovina. A medida, que começou a vigorar em 1º de janeiro, estabelece uma cota anual de 1,1 milhão de toneladas, sujeita a uma sobretaxa de 55% para exportações que superarem esse limite.

A nota conjunta destaca que o governo brasileiro está atento à situação e pretende proteger os interesses legítimos dos trabalhadores e produtores do setor. Além disso, enfatiza que as salvaguardas são ferramentas de defesa comercial utilizadas sob os acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC) e não têm como objetivo combater práticas desleais de comércio.

Nos últimos anos, o setor pecuário brasileiro tem sido um parceiro confiável na segurança alimentar da China, fornecendo produtos sustentáveis e submetidos a rigorosos controles sanitários. As negociações em nível bilateral continuarão, buscando minimizar os efeitos da salvaguarda e manter a competitividade das exportações brasileiras de carne bovina.

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