Em 2025, os fundos de renda fixa e DI apresentaram desempenho acima do esperado, com alguns alcançando rendimentos superiores a 15%, superando a referência do CDI, fixada em 14,20%. Essa performance se deve, em parte, à diversificação em papéis de crédito e à redução das taxas de administração, que muitas vezes se aproximam de zero.
Apesar dos resultados positivos de alguns fundos, é importante que os investidores estejam atentos às taxas de administração, que podem impactar significativamente os retornos. Fundos com taxas elevadas, por exemplo, apresentaram rendimentos inferiores a 12%. Assim, a escolha de aplicações mais baratas e rentáveis é crucial para maximizar os ganhos.
O cenário para 2026 sugere que a migração dos investidores em busca de fundos com menores custos deve continuar, especialmente com a expectativa de queda nas taxas de juros. Para aqueles que precisam de liquidez no curto prazo, a recomendação é optar por fundos de baixo custo ou por títulos do Tesouro Direto, que oferecem segurança sem abrir mão da rentabilidade.

