Quinze anos após o devastador tsunami que resultou no acidente nuclear de Fukushima, a cidade permanece em grande parte deserta, onde apenas a vida selvagem, como ursos e guaxinins, é vista nas ruas. A escola primária de Kumamachi, com livros ainda sobre as mesas e calçados alinhados nos corredores, é um retrato do abandono que tomou conta da localidade, que sofreu um terremoto de magnitude 9 em 11 de março de 2011, gerando o pior desastre nuclear desde Chernobyl.
As autoridades e alguns moradores locais começam a promover iniciativas para incentivar o retorno da população à região. Com o passar dos anos, a natureza prosperou em meio ao silêncio deixado pela evacuação, mas a reabilitação da área enfrenta desafios significativos, incluindo preocupações com a segurança e a saúde dos futuros residentes. As imagens da escola e dos objetos deixados para trás evocam um passado difícil e levantam questões sobre o futuro da cidade e de seus habitantes.
O caminho para a revitalização de Fukushima é incerto, mas há um desejo crescente de restaurar a vida na comunidade. O retorno dos cidadãos não apenas traria de volta a vitalidade à região, mas também representaria um importante passo em direção à superação do trauma causado pelo desastre. A história de Fukushima continua a se desenrolar, refletindo tanto os desafios de reconstruir um lar quanto a resiliência de uma comunidade diante da adversidade.


