Governos da Europa, especialmente a França, estão reavaliando sua dependência de empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Recentemente, autoridades francesas anunciaram a suspensão do uso do software Zoom, optando por uma solução local para videoconferências. Essa decisão surge em um momento de incerteza geopolítica, exacerbada pelas ações de Donald Trump que desestabilizaram a ordem mundial.
A escolha de um programa francês tem como objetivo diminuir a vulnerabilidade da infraestrutura digital nacional. No entanto, surgem questões sobre a eficácia dessa alternativa e os riscos envolvidos na transição. Especialistas comparam a confiabilidade das soluções locais em relação às oferecidas por companhias americanas, levantando debates sobre segurança e funcionalidade.
O movimento francês pode desencadear uma onda de reevaluation em outros países europeus, que também buscam minimizar a influência dos Estados Unidos na tecnologia. Essa iniciativa pode inspirar uma maior autonomia digital entre as nações europeias, mas os desafios técnicos e a aceitação do mercado local ainda precisam ser superados para garantir o sucesso a longo prazo.

