No dia 18 de janeiro de 2026, as forças do governo sírio tomaram a cidade de Tabqa, intensificando a ofensiva contra as forças curdas ao leste do rio Eufrates. Este movimento estratégico ocorre em um contexto de intensos combates e disputas por controle na região, refletindo a complexidade do conflito sírio e suas repercussões locais e internacionais.
A captura de Tabqa é vista como um avanço significativo para o exército sírio, que busca consolidar seu domínio em áreas estratégicas. As forças curdas, que têm sido aliadas dos Estados Unidos na luta contra o Estado Islâmico, enfrentam agora novos desafios com a escalada das operações militares do governo sírio. A situação é tensa, e a resistência curda pode se intensificar em resposta a esses avanços.
As implicações dessa captura são profundas, pois podem alterar o equilíbrio de poder na região e impactar as relações entre as potências internacionais envolvidas no conflito. O futuro de Tabqa e das áreas circunvizinhas agora depende da capacidade das forças curdas de reagir e da postura de atores externos, como os Estados Unidos e a Rússia, que têm interesses conflitantes na Síria.

