Cerca de 200 militares americanos realizaram uma operação em Caracas, capturando o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, no último sábado. A informação foi confirmada por Pete Hegseth, chefe do Pentágono, em um evento no estado da Virgínia, onde destacou que a ação ocorreu sem vítimas americanas. A operação encerra um longo período de governo de Maduro, que durou quase 13 anos e foi marcado por acusações de narcotráfico.
As autoridades dos Estados Unidos relataram que mais de 150 aeronaves participaram da ação, que teve como objetivo apoiar as forças de segurança locais. Enquanto o número de feridos entre os militares americanos ainda é desconhecido, Cuba confirmou a morte de 32 de seus cidadãos no ataque. A operação levanta questões sobre a estratégia militar dos EUA na América Latina e suas consequências para a estabilidade regional.
A captura de Maduro pode agravar as tensões entre Estados Unidos e Venezuela, além de provocar reações de aliados e adversários no cenário internacional. O futuro político da Venezuela permanece incerto, com Maduro e sua esposa se declarando inocentes em tribunal. As implicações dessa operação militar podem reverberar nas relações diplomáticas e na segurança da região nos próximos meses.


