Na última semana, o senador Flávio Bolsonaro, em sua pré-candidatura ao Planalto, anunciou que, se eleito, escolherá seu irmão Eduardo para chefiar o Ministério das Relações Exteriores. Em uma transmissão, Flávio descreveu Eduardo como ‘um craque nas relações internacionais’, o que gerou uma série de reações entre seus aliados e opositores.
A declaração provocou risadas entre os auxiliares do presidente Lula, que não deixaram de brincar com a possibilidade da nomeação. Um petista, por exemplo, comentou que ‘se melhorar estraga’, insinuando que a escolha seria mais uma questão de humor do que uma decisão séria. Essa resposta ilustra o clima de descontração e ironia que permeia o cenário político atual.
As implicações desse anúncio são significativas, pois refletem as estratégias eleitorais de Flávio Bolsonaro e o posicionamento de seus aliados. A relação entre os irmãos Bolsonaro e o impacto de uma possível nomeação de Eduardo para um cargo tão importante geram debates sobre a política externa brasileira e a continuidade das pautas do governo. A situação pode influenciar as alianças e o cenário político à medida que as eleições se aproximam.

