No dia 15 de janeiro de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou sua insatisfação com a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para a Papudinha, após estar detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Em suas redes sociais, o senador levantou uma questão provocativa sobre a conduta do ministro Alexandre de Moraes, perguntando se ele agiria da mesma forma se o ex-presidente fosse Michel Temer.
Flávio também descreveu as preocupações com a saúde do pai, mencionando uma queda que Jair Bolsonaro sofreu durante a detenção. Ele destacou que os medicamentos que o ex-presidente toma podem causar efeitos colaterais que aumentam o risco de acidentes, defendendo a necessidade de sua transferência para prisão domiciliar, que ele acredita ser mais segura. O senador argumentou que, enquanto a situação de saúde de Bolsonaro não for resolvida, a prisão domiciliar é a melhor alternativa para evitar riscos futuros.
A decisão de transferir Bolsonaro foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, visando proporcionar melhores condições, como aumento nos horários de visita e refeições diárias. A mudança de local não apenas melhora o espaço físico, mas também a qualidade de vida do ex-presidente, que agora terá acesso a uma área maior e mais confortável. Essa situação levanta questões sobre a aplicação da lei e o tratamento dado a figuras públicas, refletindo as tensões políticas atuais no Brasil.

