Filhos de Bolsonaro criticam anulação de sindicância por Moraes

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

Nesta quarta-feira, 7 de janeiro, os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro manifestaram descontentamento com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que anulou uma sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM). Essa sindicância visava investigar as condições do atendimento médico prestado a Bolsonaro, que atualmente está preso na Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília.

Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, descreveu Moraes como um ‘negacionista’, uma referência à postura do ex-presidente em relação às recomendações de saúde durante a pandemia de covid-19. A decisão gera um debate sobre a competência do CFM e a rapidez das ações do STF, especialmente em relação à saúde do ex-presidente, que sofreu uma queda recente e precisa de monitoramento médico contínuo.

A situação não apenas afeta a imagem pública de Bolsonaro e de sua família, mas também levanta questões sobre a autonomia do CFM e os limites da atuação judicial. A defesa do ex-presidente pretende buscar a transferência para prisão domiciliar, enquanto os filhos exigem um posicionamento mais firme da Justiça, acentuando as tensões políticas em um momento delicado da história do Brasil.

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