Familiares de uma jovem que contraiu uma infecção bacteriana em um hospital de Glasgow estão acusando o sistema de saúde local de engano e covardia. O caso de Molly Cuddihy, que adoeceu durante o tratamento de câncer, expôs a luta de sua família para reconhecer a ligação entre a água contaminada e as infecções hospitalares. A jovem de 19 anos detalhou sua experiência no inquérito sobre os hospitais escoceses em 2021, ressaltando como o ambiente hospitalar a deixou ainda mais doente.
O inquérito, que dura seis anos, revelou novas admissões sobre a qualidade da água nos hospitais, incluindo o Queen Elizabeth University Hospital, onde Molly foi tratada. A jovem, diagnosticada com câncer ósseo aos 15 anos, enfrentou desafios significativos durante seu tratamento, incluindo episódios de convulsões. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos pacientes em instituições de saúde, especialmente durante tratamentos críticos como a quimioterapia.
As implicações desse caso podem ser profundas, pois pressionam o sistema de saúde a melhorar a segurança e a transparência nas práticas hospitalares. A luta das famílias por justiça e reconhecimento pode resultar em mudanças significativas nas políticas de saúde na Escócia. À medida que o inquérito avança, espera-se que novas informações sejam divulgadas, impactando tanto a percepção pública quanto a administração hospitalar na região.

