Uma mulher compartilha sua experiência como psíquica por telefone, atividade que exerceu por seis meses, sem possuir habilidades sobrenaturais. Durante esse período, ela usava um headset e cobrava por minuto, enquanto lidava com sua própria crise criativa e questionamentos pessoais. A situação a levou a refletir sobre sua ética profissional e a natureza do trabalho que realizava.
Recentemente, a autora havia deixado seu emprego como editora em uma editora para se dedicar à escrita de um romance. No entanto, em vez de criar um best-seller, ela se viu trabalhando em telemarketing, enfrentando bloqueio criativo e anseios pessoais, como o desejo de ter um filho. Essa jornada a fez questionar as motivações que a levaram a essa nova profissão e o impacto que isso tinha em sua vida.
A narrativa traz à tona a complexidade do trabalho em setores pouco convencionais, além de discutir a busca por autenticidade em meio a pressões sociais e profissionais. Os desdobramentos dessa experiência podem levar a uma reflexão mais ampla sobre as escolhas que fazemos e as consequências que elas trazem, tanto na vida pessoal quanto profissional.

