No dia 17 de janeiro de 2026, o Exército da Síria tomou o controle de áreas no norte do país que estavam sob a administração de forças curdas há mais de uma década. Esta ação foi acompanhada de uma ameaça de bombardeios na província de Raqqa, intensificando as tensões na região. A movimentação do Exército ocorre após a destituição do presidente Bashar al-Assad e em um contexto de crescente pressão militar sobre os curdos.
As Forças Democráticas Sírias (FDS), que dominaram a região, acusaram o governo sírio de traição ao acordar uma retirada e relataram confrontos intensos. O presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, tentou amenizar a situação com um decreto que reconhece oficialmente a língua curda, mas as hostilidades persistem. Além disso, as FDS informaram que suas áreas na província de Raqqa estão sendo alvo de ataques aéreos e bombardeios de artilharia.
A situação no norte da Síria levanta preocupações internacionais, com os Estados Unidos e líderes regionais, como o presidente francês Emmanuel Macron, pedindo uma desescalada imediata. A cidade de Raqqa, que foi a antiga

