Nesta quarta-feira (14), o Exército israelense declarou ter eliminado seis combatentes na Faixa de Gaza, revisando o número de mortos em um recente confronto. O incidente, que ocorreu na noite de terça-feira, foi criticado como uma “violação flagrante” do cessar-fogo vigente, que foi estabelecido em 10 de outubro. A ação ocorreu na região oeste de Rafah, onde os militares abriram fogo após identificar a presença de armados na área.
O Exército também relatou a realização de ataques aéreos, resultando na morte de pelo menos dois combatentes, conforme uma fonte de segurança na Faixa de Gaza confirmou. A comunicação oficial do Exército indicou que os combatentes estavam armados e prontos para atacar, levando os soldados a tomar a medida extrema. O cessar-fogo em vigor é considerado frágil, com incidentes de violência se tornando recorrentes na região.
As implicações desse confronto podem ser significativas, exacerbando ainda mais as tensões entre Israel e os grupos armados palestinos. A continuidade de hostilidades pode colocar em risco o delicado equilíbrio que foi estabelecido com o cessar-fogo, que já enfrenta desafios diários. A situação em Gaza permanece instável, levantando preocupações sobre possíveis escaladas futuras e a segurança na região.

