Em 5 de janeiro de 2026, o Exército israelense anunciou a autorização para vigilância eletrônica de indivíduos com restrições de movimento na Cisjordânia ocupada. A medida visa controlar especialmente colonos violentos, em um contexto de escalada de incidentes de violência desde o início da guerra em Gaza. O uso de pulseiras eletrônicas será a principal forma de monitoramento, conforme informado pela imprensa local.
A decisão foi tomada a pedido do chefe do Shin Bet, a agência de segurança interna israelense, que busca combater a violência contra palestinos na região. A medida será aplicada tanto a colonos israelenses quanto a palestinos, o que gera preocupações sobre as implicações para os direitos civis e a segurança dos indivíduos monitorados. Grupos de direitos humanos expressaram receio quanto à eficácia e aos potenciais abusos associados a essa vigilância.
Organizações de extrema direita, como a Honenu, criticaram a decisão, chamando-a de


