Ex-primeira-dama da Coreia do Sul é condenada por corrupção

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

Kim Keon Hee, ex-primeira-dama da Coreia do Sul, foi condenada a 20 meses de prisão por corrupção, recebendo presentes de luxo em troca de favores políticos. A sentença foi divulgada em 28 de janeiro de 2026, em meio a um clima político tenso, já que seu marido, Yoon Suk Yeol, aguarda um veredicto sobre acusações de rebelião que podem resultar em pena de morte ou prisão perpétua.

A condenação de Kim inclui a aceitação de um colar de diamantes da Graff e uma bolsa da Chanel, que foram oferecidos pela Igreja da Unificação. Esses atos levantam preocupações sobre a corrupção e a influência indevida no governo sul-coreano, em um momento em que o país lida com crises políticas significativas. A situação de Yoon Suk Yeol também adiciona uma camada de complexidade ao cenário, uma vez que seu futuro político está em jogo.

As implicações dessa condenação podem ser profundas, não apenas para a ex-primeira-dama, mas também para o governo de Yoon Suk Yeol. A decisão pode afetar a percepção pública sobre a administração, além de impactar as próximas eleições e a confiança nas instituições governamentais. A sociedade sul-coreana observa atentamente os desdobramentos dessa crise, que pode redefinir a política do país nos próximos anos.

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