Treze ex-presidentes do Federal Reserve, incluindo Alan Greenspan, Ben Bernanke e Janet Yellen, assinaram uma declaração que critica severamente a administração Trump por tentar enfraquecer a autonomia do banco central. A declaração surge após o Departamento de Justiça dos EUA iniciar uma investigação criminal sobre Jerome Powell, atual presidente do Fed, o que levantou preocupações sobre possíveis interferências políticas na instituição.
Os ex-dirigentes do Fed destacaram que ataques semelhantes em outros países resultaram em consequências econômicas severas, afetando diretamente o custo de vida da população. Eles enfatizaram que a independência do banco central é crucial para a estabilidade econômica e não deve ser comprometida por pressões políticas. Os ex-presidentes argumentam que tais ações não têm lugar nos Estados Unidos, onde a autonomia do Fed é um pilar fundamental da economia.
As implicações dessa situação podem ser profundas, não apenas para a política monetária, mas também para a confiança do público nas instituições financeiras. A condenação unânime dos ex-presidentes do Fed pode influenciar a opinião pública e pressionar o governo a reconsiderar suas ações. O futuro da política monetária e da autonomia do banco central agora está em jogo, e as repercussões deste caso serão monitoradas de perto.

