Em declarações feitas no dia 27 de janeiro de 2026, a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) expressou sérias preocupações sobre a credibilidade do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ela, a corte não está seguindo o sistema de freios e contrapesos, o que compromete a integridade das suas decisões e a confiança da população. Essa situação, conforme a ex-ministra, indica que a sociedade brasileira tende a funcionar com base no ‘jeitinho’.
Eliana Calmon argumenta que a falta de controle sobre as ações do STF tem fortalecido uma visão negativa sobre as instituições, sugerindo que a justiça se tornou menos transparente e responsável. A ex-ministra acredita que essa dinâmica prejudica a percepção pública sobre a imparcialidade do Judiciário, refletindo uma preocupação maior com a governança das instituições. Essa crítica não apenas questiona a eficácia do STF, mas também aponta para uma crise de legitimidade que pode afetar a confiança dos cidadãos na justiça.
Com essas declarações, a ex-ministra provoca um debate relevante sobre a necessidade de reformas no Judiciário brasileiro. A crítica ao STF e a sua suposta perda de credibilidade podem levar a um maior escrutínio das práticas da corte e a um chamado por um fortalecimento dos mecanismos de controle institucional. Esse cenário pode resultar em mudanças significativas na maneira como a Justiça é percebida e vivida no Brasil, impactando o futuro das relações entre a população e as instituições judiciais.

