No último domingo, 4 de janeiro de 2026, Jason Miller, ex-conselheiro do ex-presidente americano Donald Trump, disparou insultos contra o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva nas redes sociais. A ofensa veio após Lula criticar a operação militar dos EUA na Venezuela, que culminou na captura do presidente Nicolás Maduro, marcando uma clara tensão nas relações entre os dois países.
Em sua mensagem, Miller expressou desdém pela posição de Lula, que havia qualificado a invasão americana como uma ultrapassagem de uma ‘linha inaceitável’. A crítica de Lula foi ecoada por um grupo de países, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai, que se uniram para condenar a ação militar dos EUA, ressaltando a preocupação com a escalada das tensões na região.
As declarações de Lula e a resposta de Miller refletem um contexto mais amplo de descontentamento com as políticas externas dos EUA na América Latina. O incidente não apenas intensifica a retórica entre os dois líderes, mas também levanta questões sobre o futuro das relações diplomáticas entre o Brasil e os Estados Unidos sob a administração atual. O desdobramento desse episódio pode impactar a colaboração em questões regionais e globais.


