Ex-CEO da CVC é acusado de fraude contábil de R$ 362 milhões

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

Luiz Fernando Fogaça, ex-CEO da CVC Brasil, foi formalmente acusado de fraude contábil pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 31 de janeiro de 2026. As acusações se referem a irregularidades contábeis de R$ 362 milhões, identificadas entre 2015 e 2019, durante seu período de gestão na companhia. O caso, que tramita na CVM desde junho de 2022, levanta preocupações sobre a integridade das demonstrações financeiras da empresa.

Fogaça, que teve uma carreira notável, incluindo passagens por grandes empresas como Coca-Cola, renunciou ao cargo de CEO após a descoberta das inconsistências contábeis. Desde então, a CVC sofre um impacto negativo nas ações, refletindo a desconfiança do mercado sobre sua administração. O processo em curso pode trazer consequências sérias, como multas e restrições ao ex-executivo em sua atuação no mercado de capitais.

Atualmente, a CVC busca uma recuperação sob nova gestão, lançando um modelo de consultoria com o objetivo de revitalizar suas vendas e melhorar sua posição no mercado. A situação do ex-CEO e as repercussões de suas ações estão sob intensa observação, enquanto a empresa tenta desvincular-se do escândalo e restaurar a confiança dos investidores.

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