Ex-assessor de Bolsonaro é preso por violação de medidas cautelares

Camila Pires
Tempo: 1 min.

Na manhã de 2 de janeiro de 2026, a Polícia Federal prendeu o ex-assessor presidencial Filipe Martins em sua residência em Ponta Grossa, Paraná. A ordem de prisão foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após alegações de que Martins violou medidas cautelares que o impediam de acessar redes sociais, especificamente ao realizar uma pesquisa no LinkedIn.

A prisão preventiva foi realizada por três agentes da Polícia Federal, que não forneceram justificativas a Martins ou seus advogados durante a ação. Desde 27 de dezembro de 2025, Martins estava sob prisão domiciliar, após ser condenado por sua suposta participação em uma trama golpista, na qual ele nega envolvimento. Sua pena ainda não foi iniciada, pois recursos legais estão em andamento.

Filipe Martins, que atuou no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, ganhou notoriedade por um gesto simbólico associado ao neonazismo. O desdobramento dessa prisão levanta questões sobre a aplicação da lei e o tratamento de figuras controversas na política brasileira, além de possíveis repercussões para o cenário político atual.

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