Após meses de preparação, forças dos Estados Unidos lançaram uma operação militar destinada à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A ação, que envolveu 150 jatos de 20 bases aéreas, representa um marco nas tensões entre os dois países e levanta questões sobre a soberania da Venezuela.
A operação ocorreu em um contexto de crescente instabilidade na região, onde a Venezuela enfrenta uma grave crise política e econômica. A decisão dos EUA de agir militarmente pode ser vista como uma tentativa de influenciar os rumos do país e apoiar a oposição, que busca a derrubada do governo atual.
As implicações dessa ação podem ser profundas, afetando não apenas a dinâmica política interna da Venezuela, mas também as relações dos EUA com outros países da América Latina. A operação pode desencadear respostas tanto diplomáticas quanto militares, intensificando ainda mais o clima de tensão na região.

