O general Daniel Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, revelou neste sábado (3) detalhes da invasão militar que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores, na Venezuela. A ação, deflagrada na noite de sexta-feira (2), envolveu 150 aeronaves que decolaram de 20 bases militares. Ambos os detidos estão sendo transportados para Nova York sob custódia da Marinha norte-americana.
O planejamento da operação, denominada Operação Resolução Absoluta, se estendeu por meses e foi baseado em informações obtidas por agências de inteligência, como a CIA e a NSA. Caine destacou a complexidade e precisão da missão, que resultou em uma abordagem militar audaciosa. Ele também mencionou que a força de captura respondeu a um ataque com fogo em legítima defesa, mas Maduro e sua esposa se entregaram sem resistência.
O secretário de Defesa dos EUA, Peter Hegseth, enfatizou a capacidade militar do país e as consequências enfrentadas por adversários como Maduro. O governo dos EUA anunciou que suas forças permanecerão na região, com a intenção de assegurar uma transição política na Venezuela. Este evento pode ter implicações significativas nas relações internacionais e na estabilidade política da América Latina.

