Na madrugada de sábado (3), os Estados Unidos conduziram uma série de ataques aéreos na Venezuela, resultando na alegada captura do presidente Nicolás Maduro. O presidente Donald Trump fez o anúncio por volta das 06h21, horário de Brasília, afirmando que a operação foi um sucesso e que foi realizada em momentos de escuridão, com a participação de mais de 150 aeronaves.
Os ataques focaram no Fuerte Tiuna, o maior complexo militar do país, e em outras áreas ao redor de Caracas, incluindo La Guaira e Maracay. Segundo o ministro da Defesa venezuelano, o Exército dos EUA utilizou mísseis e foguetes, atingindo zonas residenciais. Apesar da alegação de captura de Maduro, ainda não há números confirmados de vítimas, e a situação permanece tensa.
Trump declarou que os EUA assumiriam a governança da Venezuela até que uma transição política pudesse ser estabelecida. A líder da oposição, María Corina Machado, expressou esperança por uma Venezuela livre, mas Trump minimizou suas perspectivas de liderança. A operação, embora resultando na captura de Maduro, levanta questões sobre a estabilidade e os direitos humanos no país, conforme apontam especialistas em relações internacionais.

